NOTA DE PESAR

É com pesar que a ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – ADUFAC cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento do Professor Dr. Renato Nunes da Silva, docente aposentado do Centro de Ciências Jurídicas e Social Aplicada – CCJSA, ocorrido na manhã  do dia 10/10/2016, na cidade do Rio de Janeiro.

A diretoria da ADUFAC presta condolências aos familiares e amigos do nosso valoroso colega neste momento de dor.

Rio Branco, Acre 10 de outubro 2016

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NOTA DE PESAR

É com pesar que a ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – ADUFAC cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento da Senhora Francisca de Souza Pimenta, Sogra da Professora Maria Luzenira de Souza, docente do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza – CCBN e vó paterna da servidora da UFAC Isla Maria Mansur de Souza, ocorrido no dia 10/10/2016, na cidade do Rio de Branco.

A diretoria da ADUFAC presta condolências aos familiares e amigos dos nossos valorosos colegas neste momento de dor.

O sepultamento será  dia 11/10/2016 às 10:00 horas no cemitério São João Batista.

Rio Branco, Acre 10 de outubro 2016

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NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – SEÇÃO SINDICAL

Os docentes da Universidade Federal do Acre – UFAC, reunidos em Assembleia Geral, no dia 29 de outubro de 2016, comunicam a toda a comunidade acadêmica da UFAC, bem como a sociedade em geral, seu posicionamento favorável à construção da Greve Geral no Brasil.

A Greve Geral deve ser construída através da articulação dos trabalhadores e trabalhadoras dos setores públicos e privados de todo país, como forma de pressão unificada de toda sociedade que é diretamente afetada pela retirada de direitos conquistados como a aposentadoria e o financiamento público da educação e saúde.

A Greve Geral não significa uma paralisação por tempo indeterminado e transcende a pauta específica dos professores e professoras do magistério superior. De igual modo, ainda não há previsão de data para que aconteça, o que dependerá das articulações das centrais sindicais de todo país.

O principal eixo norteador desta luta conjunta se encontra: 1. na reforma da previdência, com o estabelecimento da idade de 65 anos para aposentadoria para homens e mulheres, e 2. na reforma trabalhista, traduzida no Projeto de Emenda Constitucional – PEC 241, que prevê o congelamento dos gastos públicos em saúde, educação e segurança por 20 anos, e no Projeto de Lei Complementar -PLC 541 que trata do fim dos concursos públicos e proibição de reajustes dos salários dos servidores públicos.

Uma nova Assembleia Geral dos docentes da UFAC será convocada para o dia 11 de outubro de 2016 para avaliar as decisões e encaminhamentos tomados durante a reunião do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES, que ocorrerá no dia 8 e 9 de outubro de 2016, em Brasília, com o objetivo de definir posicionamento nacional sobre a construção da Greve Geral.

 

Rio Branco – AC, 30 de setembro de 2016.

DIRETORIA DA ADUFAC – SEÇÃO SINDICAL

 

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Moção em defesa do Estado de direito e dos valores democráticos (Conselho Universitário)

Moralidade e justiça não rimam com golpe político

Ficamos mais pobres quando a mentira prevalece sobre a verdade. Mais pobres em um país de milhares de crianças, mulheres e homens privados de direitos de cidadania, privados de um mínimo de três refeições básicas por dia, privados de um teto para morar, privados de acesso à educação e à saúde públicas e gratuitas e de qualidade, privados de segurança pública, privados do acesso aos bens artísticos e culturais, privados do lazer e da felicidade, privados da condição humana de liberdade e do direito de ir e vir.

Ficamos mais pobres quando o cinismo, o simulacro e a espetacularização da política ceifam valores democráticos e atingem o Estado de direito, ainda em lento processo de consolidação em nosso país.

Ficamos mais pobres quando, súbito, descobrimos que no Brasil a República, essa forma de governo na qual o Estado não privatizado se constitui para atender o interesse geral de todos, ainda não se realizou plenamente, sendo constantemente sabotada por interesses de grupos que solapam os bens públicos e os submetem às lógicas corporativas.

Ficamos mais pobres todos os dias, por sabermos que vivemos em um país de violências brandas, surdas e gritantes vilipendiando nossas humanidades, mas, especialmente, as humanidades de negro(a)s e indígenas e, mais ainda, de crianças e mulheres de todos os grupos étnicos.

No panorama de recente deposição de uma presidenta da República eleita e sua substituição — ainda que temporária — por um presidente não eleito, não nos cabe aqui fazer a defesa do governo ou da pessoa de Dilma Roussef. Todavia, a farsa que movimentou o processo de impeachment nos obriga a dizer ou a deixar registrado para a sociedade e, principalmente, para as novas gerações, algo mais que o lugar-comum das palavras e imagens veiculadas diariamente pelos meios de comunicação de massa. Afirmamos isso porque nenhuma das acusações constantes do processo que promoveu a abertura do impeachment contra a agora deposta presidenta foi comprovada, mas, mesmo assim, no âmbito das paixões partidárias no interior da Câmara e do Senado Federal, o que prevaleceu foi o interesse particular sobre o interesse público. Isso sem falar que, em um processo cuja abertura foi conduzida por um parlamentar comprovadamente envolvido em escandalosos casos de corrupção, jamais estiveram em questão a moralidade e a justiça, mas tão somente os projetos políticos daqueles que planejaram e executaram o impedimento da presidenta para se assenhorear do controle da máquina pública.

Não nos cabe aqui apurar os atos administrativos da presidenta Dilma Roussef, se ela esteve ou não envolvida em casos de corrupção, essa chaga endêmica no Estado brasileiro, posto que isso já vem sendo apurado pela Justiça, mas temos o dever moral de juntar nossas vozes às vozes das pessoas que defendem o Estado de direito, imprescindível para evitar que caiamos na barbárie e autodestruição da “guerra de todos contra todos”. Durante todo o processo do impeachment, após perícias técnico-políticas e todo o debate na esfera do Senado Federal terem revelado o vazio das acusações contra a presidenta da República, os pretextos jurídicos para a cassação de seu mandato foram substituídos pelo discurso circunstancial de que ela era culpada “pelo conjunto da obra”, em direto atentado aos princípios basilares esculpidos na Carta Magna da nação brasileira.

Nessa direção, frente ao fato de que, enquanto instituição pública de ensino devemos nos pautar pelos princípios da legalidade e do Estado de direito, compreendemos que silenciar frente à retórica do impeachment sob o pretexto do “conjunto da obra” significa ser cúmplices não apenas da falácia que promoveu o golpe de Estado — sem armas — em nosso país, mas da execração pública de uma pessoa contra quem jamais foi comprovado qualquer um dos crimes que lhe foram imputados.  Assim, manifestamos nosso mais veemente repúdio ao impedimento e deposição da presidenta, e juntamos nossas vozes às vozes de todos aqueles que lutam em defesa da democracia e do Estado de direito no Brasil.

Moção aprovada pelo Conselho Universitário da Ufac, em 19 de setembro de 2016

Postado em: 30/9/2016

Fonte: ASCOM/UFAC

 

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Roda de Conversa

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Jornal da Adufac

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Diretoria do ANDES-SN indica rodada de assembleias para discussão da Greve Geral

Data: 09/09/2016

Diante dos desdobramentos da conjuntura que apontam a intensificação dos ataques aos direitos dos trabalhadores, contidos em uma série de medidas em trâmite no Congresso Nacional, e das já anunciadas reformas da Previdência e Trabalhista, a diretoria do ANDES-SN encaminhou uma circular às todas as seções sindicais, indicando uma rodada de assembleias docentes, até dia 21 de setembro, para tratar e deliberar sobre a luta contra o PLP 257/2016, a PEC 241/2016, a Construção da greve geral, com a construção dos comitês de mobilização unificados nas Instituições de Ensino Superior (IES) conforme deliberado no 61º Conad, a Jornada de lutas de 12 a 14 de setembro, os atos nos estados no dia 15 de setembro e a paralisação, com ato nos estados no dia 22/09, indicando na pauta o “Fora Temer”.

Francisco Jacob Paiva, 1º secretário do ANDES-SN, afirma que os docentes das instituições de ensino superior e dos institutos federais já vêm sendo alvos de situações de precarização das condições de trabalho, de aviltamento salarial e de desestruturação da carreira docente, em nível federal, estadual e municipal. No entanto, ressalta que essa realidade tende a piorar.

“Já sentimos há algum tempo as consequências negativas desse processo de ajuste fiscal, que vem sendo feito pelos últimos governos, que usam o discurso da crise econômica para efetivar essas medidas de retirada de direitos e desmonte dos serviços públicos. Isso já estava marcando de forma bastante dura a realidade de trabalho dos professores da base do ANDES-SN. E, com as últimas investidas do governo agora não mais interino de Michel Temer, teremos uma agudização da precarização do trabalho nas universidades e institutos”, alerta.

Jacob Paiva aponta diante desse acirramento do ataque à educação e aos demais serviços públicos e direitos dos trabalhadores faz com que os docentes tenham papel muito importante no sentido formar, com os demais movimentos dentro das universidades – de técnico-administrativos e  estudantes -,  comitês de aprofundamento do debate sobre a greve geral, para que se possa, depois, partir para o debate e construção com conjunto das outras organizações da sociedade. “Esse é o caminho que nos resta. Se nós não conseguirmos fazer acontecer esse processo de mobilização, que culmine numa grande greve geral nesse país, do setor privado e do setor público, nós teremos dias bastante difíceis para a realização do nosso trabalho e para as condições de vida em geral, não só da categoria docente, mas de toda a população brasileira”, afirma.

O diretor do ANDES-SN ressalta ainda que as medidas, como o PLP 257/2016 e a PEC 241/2016 e as reformas trabalhista e previdenciária, têm impacto extremamente negativo para os servidores federais, estaduais e municipais, mas afetam sobremaneira os trabalhadores subempregados, desempregados e a população pobre que precisa, e tem direito, à educação pública e saúde pública. “Então precisamos estar presente internamente, nos processos de mobilização nas universidades, mas também nos dispormos à construir com o conjunto dos Fóruns Estaduais e Comitês e, nacionalmente, para que essa greve aconteça, em defesa do conjunto dos trabalhadores”, reforçou.

Confira aqui a circular.

Fonte: ANDES-SN

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Ato-Show FORA TEMER!

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Convite

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Roda de Conversa

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