Centrais Sindicais convocam greve geral para 28 de abril e prometem parar o país

“Dia 28 de abril, vamos parar o Brasil”. Com esta formulação as Centrais Sindicais decidiram por unanimidade os próximos passos da mobilização nacional unificada contra as reformas da Previdência e Trabalhista e contra a terceirização. Todo o mês de abril será dedicado a protestos, atos, paralisações e atividades que culminarão com uma Greve Geral no país no dia 28.


Diversas categorias de trabalhadores vinculadas às Centrais Sindicais devem realizar encontros para organizar a paralisação. Durante toda essa semana (27 a 31 de março), os docentes realizam uma semana de mobilização e lutas contra as reformas da Previdência e Trabalhista, sendo que nessa terça-feira (28), acontecem atos nos estados em conjunto com demais categorias do serviço público em defesa da Previdência Pública.

Durante a reunião, as centrais sindicais decidiram ainda incluir nos seus calendários de lutas o dia 31 de março, que havia sido apontado como data de mobilização por algumas entidades e movimentos sociais, com a realização de panfletagens e outras ações, servindo para preparar o 28 de abril com suas bandeiras unificadas.
A decisão foi aprovada na tarde de segunda-feira (27) pela CSP-Conlutas, CTB, CUT, UGT, Força Sindical, Intersindical, CSB, CGTB e Nova Central. De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates, o Mancha, a decisão é fundamental. “Foi muito importante a definição do dia 28 [de abril] contra as reformas da Previdência e Trabalhista e a terceirização. A CSP-Conlutas vai lutar com todas suas forças e organizar pela base uma verdadeira Greve Geral neste dia”, disse, conclamando todas as entidades filiadas à Central a construção da greve geral.

Veja abaixo a nota oficial assinada pelas Centrais Sindicais:

Dia 28 de abril

Vamos parar o Brasil

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT.

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil.

São Paulo, 27 de março de 2017.

Adilson Araújo
Presidente da CTB

Antonio Neto
Presidente da CSB

Edson Carneiro (Índio)
Secretário Geral Intersindical

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Luiz Carlos Prates (Mancha)
Secretaria Executiva da CSP-Conlutas

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira)
Presidente da CGTB

Vagner Freitas
Presidente da CUT

 

*Com edição de ANDES-SN

Jornal da CSP-Conlutas aborda contrarreformas Previdenciária e Trabalhista

A CSP-Conlutas divulgou na terça-feira (14)  um jornal especial sobre as consequências nefastas na vida do trabalhador caso as contrarreformas da Previdência, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, e Trabalhista, Projeto de Lei (PL) 6787/16, sejam aprovadas. Também informa ao trabalhador a farsa do “rombo” na Previdência do país, um dos principais argumentos para emplacar a PEC 287/16.

Segundo a Central, o jornal é um instrumento muito importante para ser trabalhado nas bases das entidades e movimentos na luta contra os ataques do governo Michel Temer. Além disso, a publicação deve ser reproduzida e distribuída nas portas das fábricas e demais locais de trabalho, bem como nos locais de grande concentração nas regiões como terminais de ônibus, trem, metrô, feiras etc.

As entidades que optarem por não fazerem a impressão do jornal nas suas regiões, podem entrar em contato com a sede nacional da CSP-Conlutas, através do e-mail financeiro@cspconlutas.org.br e solicitar o envio dos panfletos. O custo será a soma do valor da impressão do jornal e do envio.

Imprima o jornal na versão PDF

#15M: o Brasil parou contra a Reforma da Previdência

Foi uma mobilização como há muito tempo não se via. Milhares de pessoas paralisaram suas atividades na última quarta (15), Dia Nacional de Greves, Protestos e Paralisações contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, da contrarreforma da Previdência. Os atos de rua também tiveram grande adesão. Em São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), mais de 100 mil pessoas participaram. Em Belo Horizonte (MG) foram 60 mil, e, em Curitiba (PR), 50mil.

Além do combate à PEC 287/16, também estava na pauta dos manifestantes o rechaço à contrarreforma Trabalhista, Projeto de Lei (PL) 6787/16, e aos demais ataques que os governos federal, estaduais e municipais tentam desferir aos direitos dos trabalhadores. A data marcou, ainda, a deflagração de greve dos professores de educação básica. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), professores de 13 estados e do Distrito Federal estão em greve desde a quarta-feira (confira a lista ao final da matéria).

Em São Paulo, a maior manifestação do dia lotou a avenida Paulista. Mais de 100 mil pessoas se manifestaram contra os ataques à Previdência pública e contra o governo de Michel Temer. Mesmo com as ameaças de retaliação por parte dos governos paulista e paulistano, houve paralisação dos metroviários e de parte dos rodoviários. O apoio popular à luta contra a PEC 287 foi tão grande que chegou a furar o bloqueio da imprensa hegemônica.

No interior paulista, na região metropolitana, e no litoral houve forte mobilização operária. Em São José dos Campos, os trabalhadores da GM atrasaram a entrada ao trabalho em 3 horas. Na Embraer também houve atraso na entrada e ato público. E em Jacareí os metalúrgicos da montadora chinesa Cherry decretaram greve por 24 horas. Foi realizada uma greve da Volks em São Bernardo do Campo, e os petroleiros da Refinaria de Capuava, em Mauá, também cruzaram os braços. Em Santos, os portuários pararam e tiveram que enfrentar a repressão da Polícia Militar. Os motoristas de ônibus pararam 100% das linhas nas cidades de Santos, Guarujá, Praia Grande e Cubatão.

No Rio de Janeiro, a manifestação foi a maior desde junho de 2013, levando mais de 100 mil pessoas ao centro da cidade. Uma das faixas da ponte Rio-Niterói foi bloqueada logo cedo e os trabalhadores dos correios do município do Rio não entraram para trabalhar. Um ato de mulheres ocupou a sede do INSS na capital fluminense durante o dia, com ativa participação da base do ANDES-SN.

Houve grande repressão policial após a dispersão do ato carioca. A professora e ativista da Aldeia Maracanã, Mônica Lima, sofreu três fraturas na perna e deve passar por cirurgia após agressão da Guarda Municipal. A Polícia Militar também lançou bombas de gás nas dependências do prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em Belo Horizonte, 60 mil pessoas participaram de um ato pela manhã. Paralisaram suas atividades os professores estaduais e municipais, metroviários, servidores públicos federais e estaduais, eletricitários e correios. Houve, ainda, atos e manifestações em Uberaba, Uberlândia, Varginha, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Governador Valadares, Montes Claros e São Francisco. Em Juiz de Fora, o ato unificado contou com cerca de 30 mil manifestantes.

Em Curitiba, 50 mil pessoas protestaram no Centro Cívico. Cruzaram os braços metalúrgicos, motoristas e cobradores, carteiros, bancários, servidores das universidades federais, servidores municipais, professores e funcionários da educação estadual, professores da rede municipal, agentes penitenciários, policiais civis, servidores da saúde estadual e petroleiros.

Em Recife (PE), 40 mil pessoas saíram às ruas. Em Fortaleza (CE) e Salvador (BA), os números de manifestantes chegaram a 30 mil. Em Goiânia (GO), foram 13 mil e, em Belém (PA), 6 mil. 10 mil pessoas se reuniram em Porto Alegre (RS) para lutar contra a PEC 287, e 5 mil em Brasília (DF), onde os manifestantes ocuparam durante quase todo o dia a sede do Ministério da Fazenda.

Avaliação

Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, afirma que houve grande adesão das seções sindicais à paralisação e às manifestações contra a PEC, e ressalta a importância do Sindicato Nacional na construção dos atos unificados. “A participação do ANDES-SN foi muito positiva. Fomos protagonistas na articulação nos estados, sempre prezando pela construção da unidade com as centrais, sindicais e movimentos sociais”, diz.

“A avaliação é muito positiva. Ficamos animados com as mobilizações, porque elas mostraram que, quando a classe trabalhadora quer, as entidades sindicais são capazes de construir lutas unificadas. Foi a maior manifestação desde 2013, com diferença fundamental, que é que as manifestações de ontem foram organizadas por entidades da classe”, completa a docente.

Sobre as próximas ações, a presidente do ANDES-SN afirma que é necessário construir, ainda no mês de março, um grande ato nacional em Brasília contra a PEC 287. “Agora não podemos esmorecer. Temos que intensificar a mobilização nas ruas, porque essa é a única linguagem que o governo entende. No dia 14, o relator da PEC 287 deveria ter divulgado o cronograma de votação da proposta, mas ainda não o fez. Nossa avaliação é que o governo está inseguro, e sua base começa a se dividir. A nossa pressão está surtindo efeito, e temos que seguir pressionando os deputados nos estados”, conclui Eblin Farage.

Com informações de CSP-Conlutas, Aduff-SSind, EBC, Mídia Ninja e CNTE. Imagens de Mídia Ninja.

Docentes da educação básica em greve (fonte: CNTE)

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ANDES-SN define semana de mobilização para barrar a PEC 287

O Setor das Instituições Federais de Ensino (Setor das Ifes) e o Setor das Instituições Estaduais e Municipais de Ensino (Setor das Iees/Imes) do ANDES-SN se reuniram em Brasília (DF) durante o sábado e domingo (18 e 19) para discutir ações conjuntas de mobilização contra a retirada de direitos. Durante o dia 18, os setores tiveram reuniões próprias, e no dia 19, foi realizada uma reunião conjunta.

O relatório da reunião conjunta, divulgado por meio da Circular n° 71/2016, traz importantes encaminhamentos. Foi aprovada a produção de um InformANDES Especial sobre a contrarreforma da Previdência, Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16; a divulgação da Consulta Nacional sobre as reformas, a privatização e a dívida pública; e a participação, como Amicus Curiae, na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Emenda Constitucional (EC) 95/16.

Em relação à mobilização, os setores aprovaram a realização de semana Nacional de Mobilização contra a PEC 287/16 entre 27 e 31 de março; do “Dia nacional de luta contra a Reforma da Previdência e Trabalhista e em defesa dos Serviços Públicos” em 28 de março, nos estados e no DF, em frente às superintendências do INSS, e na porta de postos de serviço do INSS nos municípios; e a realização de rodadas de assembleias até 7 de abril, pautando paralisação no período de votação em primeiro turno da PEC 287/16 com participação em caravana nacional em Brasília.

Ainda foram deliberados: a realização de ato público em São Paulo (SP) durante a próxima reunião da Coordenação Nacional da CSP-Conlutas, em 8 de abril, em articulação com outras Centrais e entidades sindicais e movimentos sociais com o tema “Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista! Não às emendas! Nenhum direito a menos!”; a proposição às Centrais sindicais, por meio da CSP-Conlutas, de um calendário de lutas e mobilizações que inclua o dia 28 de março nos estados, o dia 8 de abril em São Paulo e um dia de Greve Geral na votação em primeiro turno da PEC 287/16; por fim, o apoio à greve dos professores da rede básica de ensino.

Alexandre Galvão, secretário-geral do ANDES-SN, ressalta que a reunião conjunta deliberou um importante calendário de luta contra as medidas que retiram direitos. “Nós estamos envolvendo o ANDES-SN em uma articulação unitária com sindicatos, centrais, movimentos sociais, na perspectiva de aumentar a mobilização, em especial no momento de votação da PEC 287 em primeiro turno, para barrarmos esse ataque”, afirma o docente.

“O governo federal demonstra que sentiu o impacto da mobilização de 15 de março, e os deputados estão pressionados, pensando em adiar a votação da PEC 287. Aumentando a mobilização, vamos barrar a contrarreforma da Previdência e, também, a Trabalhista”, completa Alexandre Galvão.

A próxima reunião conjunta dos setores da Ifes e das Iees/Imes está marcada para 19 de abril, na capital federal.

Confira aqui a relatoria da reunião conjunta

Fonte: ANDES

NOTA DE REPÚDIO A DISCRIMINAÇÃO AO MOVIMENTO DE MULHERES DO ACRE

Nós do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Rio Branco – CMDM e do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Acre– CEDIM, consideramos que os dados da Secretaria de Políticas para Mulheres – SPM/PR 2012 revelam uma realidade perversa para a vida das mulheres, onde a cada 5 minutos uma mulher é espancada; a cada 2 horas uma mulher é assassinada devido a violência doméstica; de 2009 a 2012 as denúncias de estupro cresceram 158%; aumentaram consideravelmente os relatos públicos de assédio sexual e/ou moral nos locais de trabalho; mulheres receberam cerca de 30% a menos que um homem, realizando o mesmo trabalho; a CONTAG (2008) revelou que 55.2% das entrevistadas em sua pesquisa sofreram algum tipo de violência no campo e que 63.6% dos atos de violência foram cometidos pelos maridos e companheiros; o  feminicídio aumentou em 50% para as mulheres negras, no período de  2003 a 2013,… dentre tantas outras violências que sofremos. Nesse sentido, mulheres de todo o mundo, organizadas em diversos movimentos marcaram o 8 de março como um grande dia de luta por direitos, sendo que no Brasil e no Acre não foi diferente. Repudiamos, portanto, todas as manifestações de pessoas ou instituições que criminalizam e discriminam os protestos que denunciam as desigualdades entre homens e mulheres. Apoiamos a liberdade de livre expressão do Movimento de Mulheres e dos Movimentos Sociais. Nenhuma a menos, pela equidade de direitos, por políticas públicas de promoção da igualdade de gênero, pela não criminalização dos movimentos sociais.

Rio Branco-AC, 16 de março de 2017.

Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Rio Branco – CMDM, composto por:

-Rede Acreana de Mulheres e Homens – RAMH

-Centro de Defesa dos Direitos Humanos e Educação Popular- CDDHEP

-Articulação Brasileira de Mulheres – UBM

– Cooperativa de Artesanato Amazônico  –  PAIOL

-Conselho Regional de Psicologia –  CRP/AC

– Sindicato das Trabalhadoras/es Domésticos – SIMDOMÉSTICO

– Coordenadoria Municipal do Trabalho e Economia Solidária – COMTES

– Secretaria Municipal de Educação – SEME 

Secretaria Municipal Adjunta da Mulher – SEMAM

– Secretaria Municipal de Articulação Comunitária e Social – SEMACS

-Secretaria Adjunta de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEADPIR

– Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Acre –  CEDIM, composto por:

– Centro Cultural de Convenções Benedito de Aruanda – CCBA

– Associação das Pessoas Vivendo com HIV/AIDS – AGÁ & VIDA

– Federação das Associações de Moradores do Acre –  FAMAC

– Central Única dos Trabalhadores – CUT

– Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/AC

– Ordem dos advogados do Brasil – OAB/AC

-Centro de Defesa dos Direitos Humanos e Educação Popular- CDDHEP

-Articulação Brasileira de Mulheres -UBM

– Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres – SEPMULHERES

– Defensoria Pública do Estado do Acre – DPE

– Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour – FEM

– Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar – SEAPROF

–  Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – SEDS

– Secretaria de Estado de Educação – SEE

– Secretaria de Estado de Segurança Pública – SESP

– Instituto de Administração Penitenciária – IAPEN

– Secretaria de Estado de Planejamento – SEPLAN

– Secretaria de Estado de Saúde – SESACRE

– Secretaria de Estado de Direitos Humanos – SEJUDH

– Assessoria Especial da Juventude – ASSEJUV

– Adufac – Associação d@s docentes da Universidade Federal do Acre

RODA DE CONVERSA: O IMPACTO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA NA SUA VIDA

Nesta quarta-feira (15), 9h, a Adufac promove uma Roda de Conversa intitulada “O Impacto da Reforma da Previdência na sua Vida”, com a participação dos professores Francisco Pereira (Direito) e Jair Vicente Manoel (Engenharia Civil).

A Roda de Conversa se insere no calendário de lutas do Setor das Instituições Federais de Ensino(IFES), na perspectiva de construção de uma greve geral. A mobilização é importante para barrar os ataques à previdência pública.

Para saber mais sobre a mobilização nacional, acesse: http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=8668

NOTA DE PESAR

NOTA DE PESAR

É com pesar que a ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE – ADUFAC cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento da Senhora Hermínia Grégio Accorsi, Mãe do Professor Osmar José Accorsi, docente do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas – CCET, ocorrido hoje (09/03/2017) na cidade de Gramado, Rio Grande do Sul.

A diretoria da ADUFAC presta condolências aos familiares e amigos do nosso valoroso colega neste momento de dor.

Rio Branco, Acre 09 de Março 2017